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Financiamentos Públicos para Audiovisual: Fundo Setorial do Audiovisual

Turma Confirmad

Não há vagas disponíveis para este curso.

SOBRE

CARGA HORÁRIA:  8 horas

PERÍODO: a definir

DIAS DA SEMANA:  a definir

HORÁRIO: 9h às 18h

INVESTIMENTO TOTAL:
Público externo: mais informações em breve
Aluno, Ex-Aluno, Funcionário e Professor:  mais informações em breve

FORMA DE PAGAMENTO:
Cartão de Crédito - Visa ou Mastercard (com cartão de crédito a matrícula pode ser realizada pela internet)
Cheque pré-datado – matrículas somente presencial
Boleto à vista – enviar e-mail para cursos.sp@faap.br 

CAMPUS: São Paulo – Sede

OBJETIVO: 
O cinema e a televisão brasileiros ainda dependem substancialmente de recursos públicos, diretos ou indiretos, para realização e distribuição de suas obras. O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) é atualmente a mais importante dessas fontes de financiamento, destinada ao desenvolvimento articulado de toda a cadeia produtiva da atividade audiovisual no país, e amplamente utilizada no âmbito das produções nacionais e das coproduções internacionais.

O curso irá familiarizar os agentes às regras e processos seletivos atuais do FSA, bem como capacitá-los para a interpretação das modificações e aprimoramentos que ocorrem anualmente. O programa propõe aos participantes a imersão de um dia nesse tema com especialistas que reúnem uma visão atualizada e conhecimento prático acerca dos mecanismos de financiamento do audiovisual.

METODOLOGIA: 
Aulas expositivas, interpretação das regras e exigências dos editais, exemplos de problemas recorrentes nos projetos. 

PÚBLICO ALVO: 
Produtores, diretores e difusores de audiovisual, TV e Cinema. 

PROGRAMA

Panorama dos mecanismos federais de fomento ao audiovisual
As instituições envolvidas no fomento pelo FSA
Desempenhos e resultados do FSA
Modalidades de apoio: suporte automático x seletivo; investimento x aporte não reembolsável.
As responsabilidades financeiras perante o fundo de investimento e os editais não reembolsáveis.
Os diferentes perfis das chamadas públicas.
Os objetos do fomento direto: desenvolvimento, produção, comercialização, outros.
Linhas de regionalização e TVs públicas; Novas frentes: games e jogos eletrônicos.
Os procedimentos básicos de acesso ao Fundo.

DOCENTES

Luciana Rodrigues
Doutora em Meios e Processos Audiovisuais e Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Possui graduação em Cinema FAAP e graduação em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Desenvolve pesquisas na área de ensino de cinema e audiovisual, direitos autorais e políticas públicas para cinema e audiovisual. Atualmente é professora da FAAP, com experiência em disciplinas de Argumento Cinematográfico, Produção Executiva, Legislação Cinematográfica e Mecanismos de Financiamento Cinematográfico no curso de Cinema, Criação de Histórias no Curso de Cinema de Animação e Seminário de Políticas Públicas no Curso de Produção Cultural. Nessa mesma instituição, é coordenadora da Pós-Graduação em Gestão de Produção e Negócios Audiovisuais. É ex-presidente do FORCINE- Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual, foi diretoria associada da GR Consultores e membro do Comitê Consultivo da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. 

Daniel Toledo Piza Tonacci
Graduado em Cinema pela FAAP, é especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. Trabalha atualemnte na Coordenação de Suporte Seletivo (CSS) da Superintendência de Desenvolvimento Econômico (SDE) da Agência Nacional de Cinema (ANCINE). Antes de integrar o corpo funcional da ANCINE em 2014, acumulou dez anos de experiência nos campos de produção e de direção de obras, bem como na curadoria de filmes e representação no âmbito de festivais nacionais e internacionais. Foi sócio das produtoras Extrema Produção Artística e Legato Audiovisual.